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Acesso às escolas avança, mas plano para jovens patina

A taxa de analfabetismo do Brasil é maior do que a de países como África do Sul, Argentina e Cuba. O país avançou nas últimas décadas no acesso escolar às crianças, mas patina na oferta de programas de educação de jovens e adultos.

Pelo menos desde 2015, na esteira da crise econômica, recursos e vagas de programas de alfabetização têm sido reduzidos.

Também faz falta diagnóstico e monitoramento mais efetivo para a alfabetização de jovens e adultos, além de ações para populações específicas, como os indígenas.

Indicadores entre 1992 e 2016 -que não são comparáveis com os critérios atuais do IBGE- mostram a redução do analfabetismo no período em segmentos diversos, embora a desigualdade permaneça.

O país conseguiu atingir a meta do PNE (Plano Nacional de Educação) de universalização do acesso por crianças de 6 a 14 anos até 2016 (mais de 99% das crianças nessa faixa etária estavam na escola).

 

 

Fonte: Correio do Estado