
À espera do FAC, primeira-dama realiza projeto social de Páscoa em Costa Rica
O município recebe a primeira oficina de ovos de Páscoa, para qualificar pessoas em situação de vulnerabilidade
Neste ano, Costa Rica possui a primeira oficina de ovos de Páscoa, idealizada pela primeira-dama, Márcia Alves. Assim, o projeto social visa qualificar jovens em situação de vulnerabilidade do município. Outros projetos como este serão possíveis quando a cidade tiver a aprovação do FAC (Fundo de Apoio à Comunidade).
A oficina é realizada de 15 a 19 de março de 2021. O objetivo do projeto é capacitar e qualificar pessoas com idade acima de 16 anos, em situação de vulnerabilidade social garantindo. Assim, estes jovens poderão ter complementação e geração de renda doméstica, gerando um ambiente propício à estruturação e manutenção das famílias.
No total são 25 pessoas recebendo a qualificação. Mas fazem as aulas em dois horários, período da manhã e no da tarde. “Nós dividimos as turmas por causa do protocolo de biossegurança”, explicou Márcia.
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Ao MS Todo Dia, a primeira-dama explica que quatro pessoas estão envolvidas no projeto de forma voluntária, sendo que uma delas é professora voluntária.
Assim, moradores de comunidades socioeconomicamente vulneráveis de Costa Rica são o público-alvo. “Além de aprenderem a fazer ovos de páscoa e trufas, os participantes também vão receber informações sobre técnicas de vendas, noções de higiene e manipulação de alimentos durante a capacitação”.
Além de sair com a formação, o participante sai do curso com o próprio kit de apoio para o empreendedorismo inicial. “A oficina de ovos de Páscoa é um dos primeiros projetos, temos também a arrecadação de itens de higiene feminina em março, para formar kits e levar para mulheres que não tem condições de comprar”.
FAC
Assim, ela destaca que quando o FAC for aprovado pela Câmara, Costa Rica poderá contar com muitos outros projetos sociais. Ela lembra que “quanto ao FAC, não temos uma equipe ainda, pois não existe prontamente. É um projeto que enviei há quase dois meses, conversei com o presidente da Câmara e conversei com todos os vereadores, expliquei como é o projeto, especialmente neste período da pandemia”.
Então, a primeira-dama explica que esse fundo vai captar recursos públicos e privados, através do fundo, tem o CNPJ. “E através do CNPJ, consigo captar recursos públicos e privados. Porque as empresas não fazem doações para pessoas físicas, é bem mais difícil. Então, eu tendo CNPJ, poderia captar recursos das empresas privadas. Que tem redução de imposto de renda e alguns benefícios”.
A primeira dama disse ainda que com o FAC, verbas de apreensões poderão ser utilizadas para fazer boas ações aos mais necessitados da cidade. Por fim, ela lembra que mais de 90% dos integrantes do FAC serão pessoas voluntárias. “Então teríamos essa vantagens, são pessoas voluntárias e não gastaríamos para manter”. Entretanto, diz que algumas pessoas para funções específicas precisam de remuneração, mas garante que são poucos os casos.

FONTE: MS TODO DIA