
Atraso e perdas de R$ 298 milhões com possível mudança no plano
Acordo teria sentenciado alteração em itens do projeto que são essenciais para o crescimento da cidade
Acordo firmado entre a Prefeitura de Campo Grande, a Câmara Municipal, a promotora do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado (MPMS), Andréia Cristina Peres da Silva, e representantes de uma empresa de engenharia da Capital pode pôr fim ao plano de reduzir os vazios urbanos na cidade e ainda causar prejuízo de R$ 298,2 milhões.
Depois de reunião realizada entre as 17h e 21h de quarta-feira (6) pela comissão criada às pressas no mesmo dia, a qual deve revisar o texto do projeto e propor alterações, ficou definido que será dada nova redação ao novo Plano Diretor de Campo Grande no que se refere ao coeficiente de aproveitamento e à taxa de permeabilidade do solo.
Isso depois de extensa agenda de reuniões e audiências públicas ao longo de 2017 para definir o projeto, que chegou a ser enviado para a Câmara Municipal, mas retirado para revisão também na quarta. Segundo a prefeitura, a medida foi uma “cautela” da administração.
Segundo apurou o Correio do Estado, além de bater o martelo em relação a instituir o coeficiente de aproveitamento 1 em toda a Capital, a comissão definiu que a taxa de permeabilidade em toda a cidade também deverá ser única, de 30%.
Fonte: Correio do Estado