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Comerciantes da Coronel Antonino pedem mais segurança a Odilon

Região é perigosa e donos de lojas na avenida pagam policial aposentado para fazer patrulha

O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, esteve na manhã desta terça-feira, 28, caminhando pela avenida Coronel Antonino, na região norte de Campo Grande, para ouvir e falar com os comerciantes. Durante sua passagem, além dos vários abraços e aperto de mão, o que mais as pessoas pediram foi a segurança pública no local.

De acordo com comerciantes da avenida, a região é perigosa e só não é pior porque os donos de empreendimentos pagam um segurança particular, que já foi policial e hoje está aposentado, para fazer patrulha pela via. “Uma vez eu estava aqui na frente conversando com ele e surgiram dois rapazes, cada um em uma moto. Quando ele viu, colocou a mão na arma e os rapazes se assustaram e foram embora. Se não fosse isso, com certeza eles iriam me assaltar”, contou Walter Milton Gobbo Júnior, de 57 anos, que vende açaí.

Por medo, Stephanny Oliveira, de 21 anos, e a mãe fecham a loja de cosméticos às 18h. Ela conta que, ainda assim, o segurança particular fica na região durante a noite, para garantir que não haja invasão. “Quando escurece aqui fica mais perigoso, temos pouca iluminação e os moradores mesmo sempre avisam para não dar bobeira”.

Para mudar essa realidade, a aposentada Eva Ferreira de Jesus, de 73 anos, disse que, apesar de não ser mais obrigada a votar, já renovou seu título porque quer o melhor para o Estado. “Precisamos de segurança em primeiro lugar. Mais policiais bem preparados para combater a violência, melhoria no setor de inteligência, precisamos de investigação”.

Odilon respondeu aos moradores e comerciantes da região que a segurança pública é uma das suas prioridades em seu plano de governo. “Primeiro precisamos recuperar a auto estima dos policiais de todas as forças e reestruturar as delegacias, que hoje estão caindo aos pedaços, sem contar a falta de viaturas e de mais policiais militares nas ruas. Para isso acontecer só necessitamos ter prioridade na gestão”, assegurou o candidato.

Já para o moto-taxista Flávio Alves Sandim, de 45 anos, pediu asfalto de qualidade para que ele possa fazer seu trabalho. “Não tem condições de trabalhar do jeito que está. Estamos com duas motos paradas por conta de estragos devido a buracos. Temos que ter parceira entre a prefeitura e o governo do Estado sempre, independente do partido, para que a população consiga se beneficiar”.

Assessoria de Comunicação

Coligação Esperança e Mudança

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