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Gerson Claro destina R$ 2,2 milhões para saúde pública em 20 cidades de MS

Investimentos visam ampliar serviços do SUS e melhorar atendimento à população.

O deputado estadual Gerson Claro (PP), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, destinou R$ 2,21 milhões em emendas parlamentares para ações de custeio na saúde pública. Os recursos foram repassados diretamente aos fundos municipais de saúde, permitindo que cada município aplique os valores conforme suas necessidades específicas.

Os investimentos beneficiarão 20 prefeituras, com foco em insumos, atendimentos, exames, programas preventivos e apoio às unidades de saúde. A medida visa fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar a capacidade de atendimento à população.

De acordo com as regras da Assembleia Legislativa, 60% do total das emendas parlamentares — que somam R$ 3,5 milhões por deputado — devem ser obrigatoriamente destinados ao setor de saúde. Essa ação busca garantir que uma parte significativa dos recursos públicos seja direcionada ao atendimento básico e especializado da população.

O presidente da Assembleia Legislativa de MS, Gerson Claro, destacou o impacto dos investimentos: “Na somatória de todas as emendas parlamentares, serão mais R$ 50,4 milhões de recursos carimbados para o custeio da saúde, que é um serviço estratégico para a população”, afirmou.

Além da liberação dos valores, o parlamentar ressaltou que a Assembleia tem pautado debates importantes sobre os desafios do sistema estadual de saúde, com ênfase na regionalização dos atendimentos de média e alta complexidade. O objetivo, segundo ele, é descentralizar os atendimentos que hoje se concentram em Campo Grande.

Outro tema levantado pelo deputado é o apoio a instituições filantrópicas e a necessidade de reduzir filas para exames de imagem e cirurgias eletivas. “São questões que exigem soluções práticas e contínuas. Estamos tratando isso com responsabilidade e diálogo”, reforçou.

Os recursos das emendas poderão ser aplicados livremente pelos municípios, desde que dentro da área da saúde, o que dá aos gestores maior autonomia para definir prioridades locais. A expectativa é que o repasse ajude a ampliar a capacidade de atendimento à população e reduza gargalos históricos da rede pública.