Folha Regional
Notícias a um clique
banner pesquisa noticia

Harfouche (PSC) pré-candidato ao Senado, esclarece questões polêmicas

O Procurador esteve 26 anos atuando no MPMS, com crianças e adolescentes

O Procurador Dr Sérgio Harfouche, pré-candidato ao Senado pelo PSC,  na manhã desta quinta-feira (10) esclareceu alguns pontos polêmicos, acerca de suas defesas enquanto promotor e defensor dos direitos de família, da criança e dos adolescentes.

Harfouch, que ha 26 anos está no Ministério Público de MS e por oito veses participou de audiências públicas no Senado, pautadando os debates sobre a legalização da maconha, proteção a família, legislações penais além das consquistas ligadas ao MP, não poupou esclarecimentos à rádio fm 92.3. Veja o posicionamento de Harfouch sobre os temas:

Ideologia de gênero

HARFOUCHE: Houve uma grande inversão sobre tudo que eu falei, o que eu tratei foi sobre o direito constitucional dos pais criarem seus filhos! Porque o que tem ocorrido é uma ingerência, uma intervenção do ECA desde 1990, de seguimentos, agentes públicos em nome da proteção integral, interferindo nas relações domésticas, desautorizando os pais nas relações domésticas com seus filhos. O que causa grandes desajustes que temos entre essas gerações”

” Afigura do Pai, da mãe da autoridade do lar está sendo atacada o tempo todo! É como se eu assistente social ou eu promotor de justiça, tivesse maior interesse e amasse mais uma criança do que sua própria mãe ou seu próprio pai e isso é um absurdo, e tento resgatar isso”.

Proteção integral não significa passar a mão na cabeça de mal elemento, de mal criado, de mal educado, ao contrário disso, protege a criança de si mesma por conta de sua ainda formação”

O que eu digo é: “Ninguém se mete na identidade do filho, é pai e mãe! E o que é pior está tramitando já a uns dez dias um projeto de lei de autoria da senadora Marta Suplicy, que fala sobre ideologia de gênero na família, o artigo quinto diz que os pais não podem intervir caso uma criança queira fazer uma alteração de sexo por exemplo. Precisamos respeitar um ambiente mínimo de um lar, agora é uma ingerência propositada aí eu EU VOU BRIGAR! Eu não admito que alguém se meta na criação do meu filho até porque a constituição me garante isso, e tenho certeza que o cidadão de bem do Brasil inteiro pensa dessa forma.”

 

Áreas que pretende abordar e dar continuidade caso seja eleito  

 

HARFOUCHE: Tenho lidado ao longo desses 26 anos de Ministério Público e quero continuar com essa questão das drogas, educação, elementos da família e até mesmo na igreja por ocasião do código Fiuza. O novo código civil no artigo 44 havia supressão da pessoa jurídica organizações religiosas. Então todas as igrejas independente da bandeira religiosa, deveria se sujeitar a uma dessas três opções: Fundação (que não era o caso), Associação ou Sociedade.

Então tive a oportunidade de redigir justificativas, para que se inserisse o parágrafo do artigo 44 do código civil, trazendo de volta a identidade secular das organizações religiosas. Hoje temos isso preservado, o Estado não se mete na formação e nos estabelecimentos dessas organizações religiosas, seja de que credo for.

Lei HARFOUCH

HARFOUCHE: Émuito ampla a ação de um Senador, como Promotor mesmo involuntariamente desse trânsito legislativo com a “Lei Harfouch”  em nossa Assembléia Legislativa, também na Câmara Municial e já estamos com a nossa lei no Congresso Nacional tramitando. A intenção aqui foi puramente trazer uma alteração no regimento escolar, para que parássemos de mentir para essa gurizada dando advertência em cima de advertência em tudo que se faz.

Assim surgiu a impunidade e a incosequência porque a gurizada diz: “não da nada não”, porque ele é só advertido. Quando você leva a reparação de danos, você está trazendo um elemento natural da vida, em qualquer lugar do mundo que você tire algo do lugar você tem que colocar e se estraga tem que consertar. Esse é o princípio básico do respeito da vida em comum.

A partir do momento que você deixa essa gurizada crescer sem responder por seus atos, percebemos que essa imaturidade se estende até os trinta anos.Por conta de todas essas e outras atuações, acho que agora chegou o momento de oferecer meu nome, já que nos últimos 10 anos fui assediado por muitos colegas e muitos amigos que pediram que meu nome fosse colocado a dispoção para ocupar uma cadeira do legislativo, estando o Brasil nesse quadro grave de corrupção, de descrédito, de decadência, de afetação da família resolvi sair da minha quase aposentadoria e trilhar esse novo desafio. Tenho um histórico que me respalda e a disposição de quem queira me consultar, finalizou Sérgio Harfouch (PSC) Pré-candidato ao Senado.

Fonte: Conteúdo MS