Folha Regional
Notícias a um clique
banner pesquisa noticia

Juiz Odilon: combate ao crime e à corrupção explicam liderança

Para os mais experientes analistas da política e do comportamento do eleitor no País o voto a ser dado em outubro deste ano terá como indicador fundamental um perfil ajustado às expectativas mais vigorosas do povo brasileiro atualmente, assim o candidato precisará não deixar nenhuma dúvida sobre quesitos como a honestidade (ficha-limpa), a responsabilidade, o compromisso de combate à corrupção e a total independência para não ceder aos velhos modelos de fazer política, baseados no cartorialismo e no “toma lá, dá cá”.

 

Este avaliação pode explicar as razões pelas quais o Juiz Federal aposentado Odilon de Oliveira, pré-candidato do PDT ao Governo de Mato Grosso do Sul, vem liderando todas as pesquisas desde que confirmou seu nome na disputa, no final do ano passado.
Faz mais de seis meses que, de pesquisa em pesquisa, o juiz Odilon mantém a dianteira sobre seus possíveis concorrentes, entre os quais dois políticos de peso, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (MDB).

 

Sem nunca ter concorrido a cargo eletivo, um estreante na política, Odilon é, no entanto, uma personalidade marcada pela admiração que conquistou exercendo um dos papéis mais importantes e arriscados na vida publica: durante mais de três décadas de magistratura, combateu com raro sucesso o crime organizado e atacou de frente diversos esquemas de corrupção, sua vida sempre correu perigo por esse motivo e ele precisou dividir o seu dia-a-dia com a presença de seguranças.

 

O juiz Odilon é um emblema mundial de destemor no enfrentamento do crime organizado, os números de suas intervenções saneadoras, batendo o martelo para reprimir o banditismo, são impressionantes, já condenou a mais de mil anos de prisão dezenas de narcotraficantes e confiscado centenas de milhões em bens das quadrilhas que atuam das fronteiras, aos grandes centros urbanos.
Levou ao desespero e despertou o ódio em meliantes poderosos, muitos do colarinho branco, dos quais suas sentenças bloquearam e expropriaram fazendas, mansões, aeronaves, iates, jóias caríssimas, lanchas e carros de luxo adquiridos com o dinheiro do tráfico. 
Entre 2005 – quando assumiu a Vara Criminal de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, na linha da fronteira com o Paraguai – e 2016 Odilon havia confiscado nada menos que 85 fazendas, 370 sítios, casas e apartamentos, 18 aviões e 14 mil veículos, tudo isso avaliado em mais de R$ 2 bilhões.
Quebrou pernas e braços de chefões e gerentes de organizações tentaculares que operavam dentro e fora do Brasil, entre seus desafetos – alguns com juras de morte para ele estavam Fernandinho Beira-Mar, líder do Comando Vermelho; o colombiano Juan Carlos Abadia; e  o traficante José Severino da Silva, o Cabecinha, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Ao aposentar-se, Odilon afirmou que assumiria a candidatura ao Governo como mais uma missão confiada pela sociedade das pessoas de bem, que desejam mudanças verdadeiras e novos modelos políticos, que tenham compromisso com o combate os vícios da corrupção, da impunidade e do clientelismo. Por isso avisou, ao ter sua pré-candidatura lançada, que não terá condescendência com corruptos.