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Professora de Brasilândia morre com suspeita de dengue hemorrágica

Se confirmada a morte, sobe para dois o número de óbitos

Elizabeth Castelani Santos, professora em Brasilândia, morreu na madrugada de ontem (18), no hospital em Três Lagoas, com suspeita de dengue hemorrágica. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio do setor de Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde e Saneamento, informou que o caso já está em investigação.

Conforme o site Brasilândia News, a vítima deu entrada no hospital de Brasilândia em estado debilitado, no sábado (15) e até segunda-feira (17) não reagiu bem ao tratamento submetido pelos médicos para aumento de plaquetas.

Por conta disso, ela foi encaminhada para Três Lagoas, no fim da tarde de segunda e morreu durante a madrugada. Se confirmada a morte por dengue, sobe para dois o número de óbitos com dengue no Estado.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou a primeira morte por dengue no dia 10 de dezembro. A vítima foi um menino de 13 anos, do município de Três Lagoas. Conforme o Hospital Auxiliadora, onde o menino ficou internado, ele deu entrada na unidade na segunda-feira (3) e morreu no dia seguinte.

DENGUE

Conforme o Ministério da Saúde, o mosquito Aedes Aegypti é o transmissor da dengue, além de zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré. O período do verão é o mais propício à proliferação do inseto, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças.

A recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano. Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito.

 

Correio do Estado