
“Thirteen Reasons Why” retorna à Netflix mantendo o debate da temporada anterior
A segunda temporada de “Thirteen Reasons Why” estreia na Netflix dia 18 de maio. A série é um original da Netflix produzido pela cantora Selena Gomez e a primeira temporada estreou na plataforma em março de 2017. Apesar do seu conteúdo um tanto controverso, a produção teve enorme sucesso e foi indicada a diversos prêmios (como o Golden Globe de Melhor Atriz em Série Dramática por sua protagonista Katherine Langford). Em uma pesquisa divulgada pela própria Netflix, foi eleita a melhor série de 2017 pelos brasileiros.
A história da primeira temporada é uma adaptação do best-seller homônimo de Jay Asher e debate temas como suicídio, estupro, depressão e bullying. A série foi alvo de diversas críticas sobre o modo como tratou esses assuntos, tanto que chegou a ser proibida por autoridades no Canadá e na Nova Zelândia. Em resposta, a Netflix colocou um aviso em todos os episódios, feito pelos atores da série, que alerta sobre o conteúdo a ser apresentado. Os avisos serão mantidos nessa segunda temporada.
A história começa quando Clay Jensen (Dylan Minnette) recebe uma caixa de sapatos em sua porta. Dentro dela o garoto descobre sete fitas cassetes com os lados A e B gravados por sua antiga colega de classe Hanna Baker, que cometeu suicídio recentemente e pela qual era apaixonado. Nelas, a adolescente vai listar os 13 motivos por ter tirado sua própria vida, atribuindo-os a uma pessoa específica. Ao longo da primeira temporada, Clay ouviu todas as fitas e descobriu não só os motivos para o suicídio de Hanna, mas também que estava nessa lista.
A segunda temporada de “Thirteen Reasons Why” já não mais acompanha a história do livro. Concenta-se no processo movido pelos pais de Hannah contra a escola Liberty High, mas alguém tentará impedir que a verdade venha à tona. Além disso, as consequências do suicídio e dos relatos contados nas fitas em cada um dos personagens serão reveladas, tendo a personagem Jessica (Alisha Boe) como foco principal.
Fonte: Correio do Estado