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Odilon tem Plano de Ação para dar segurança e igualdade às mulheres

Publicação procura englobar diversas áreas onde as mulheres tem sido subjugada ou esquecida

Garantir a segurança, igualdade salarial e coibir o preconceito e o racismo institucional fazem parte do Plano de Ação do candidato a governo de Mato Grosso do Sul pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, para as mulheres sul-mato-grossenses. As políticas públicas para as mulheres fazem parte de uma cartilha especial, que soma ao Plano de Governo do pedetista.

No texto, o candidato defende que as propostas sejam construídas em dois pólos, um na prevenção, “o que significa não coibir ou proteger, mas de criar condições suficientes para autonomia”, e a outra é em parceria com escolas, universidades, movimentos populares e espaço cultural para “um debate amplo de conscientização, o que deve implicar em mudanças de práticas a curto, médio e longo prazo. Investir na educação como desconstrução de valores patriarcais e de violência contra as mulheres significará cada vez mais investir na outra extremidade: a proteção e garantia de direitos”.

Estabelecida essas duas vertentes, o projeto pretender criar parceria para desenvolver projetos de conscientização a partir de palestras, música, arte, dança etc.; políticas de capacitação profissional e inserção no mercado de trabalho, o que deve garantir autonomia financeira; espaços para tratamento desde a violência física até a simbólica; e proporcionar espaços de vivência cultural, esportiva e de lazer como parte de recuperação dos traumas sofridos.

 

Para corrigir a distorção salarial pela qual as mulheres de Mato Grosso do Sul passam, com valores 33% menores que o rendimento médio dos homens (R$ 1.237,00 contra R$ 1.853,00) o Plano de Ação prevê a criação de uma coordenadoria de emprego com foco na mulher e a concessão de incentivos fiscais a empresas que promoverem a igualdade de gênero dentro de seus ambientes. O texto também tem espaço para o empreendedorismo feminino, que será incentivado através da formação e do cooperativismo.

Pensando em igualdade social, Odilon pretende promover a formação de profissionais da educação para a abordagem da “temática do enfrentamento da violência contra as mulheres, a partir da perspectiva dos direitos humanos”. Também irá incluir o debate de gênero nas escolas, assim como o amplo acesso das mulheres, “de modo a contribuir para uma educação igualitária, sem discriminação, perpassando pela capacitação de gestores, servidores públicos e população em geral”.

À mulher vítima de violência serão garantidos os direitos de receber um atendimento de qualidade onde ela estiver com a implantação de uma política dedicada e diferenciada aos municípios que não possuem delegacia da mulher e a criação da Delegacia 24 horas nos municípios com alto potencial turístico.

As mulheres que estão no sistema prisional também não foram esquecidas pelo candidato, que propôs a qualificação de sua mão-de-obra, estimular a reinserção no mercado de trabalho e garantir atendimento às mulheres durante a gravidez e no pós-parto e a seus recém-nascidos e crianças.

Segundo juiz Odilon, as propostas que compões o texto são apenas o início de um grande projeto para tornar a mulher mais segura, independente e com atuação efetiva na economia do Estado. “O Plano de Ação pode e deve ser alterado para inserção de novas ideais ao longo da caminhada que o deixarão ainda mais completo de forma a beneficiar esta parcela tão importante da sociedade”.

 

 

Leia o Plano de Governo para as Mulheres na íntegra

 

Fonte: ASSESSORIA COLIGAÇÃO ESPERANÇA E MUDANÇA
PDT – PRB – PODEMOS