
Política suja: Odilon repudia uso político de suas decisões na Justiça
O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, esclarece que que não há nenhuma irregularidade em relação a sentença proferida por ele no caso envolvendo o traficante internacional de drogas, Jarvis Gimenes Pavão. E qualquer recurso em virtude de uma decisão judicial é papel do Ministério Público Federal (MPF). Para ele, adversário político estaria plantando falsas informações na imprensa com único objetivo de causar prejuízo político, o que é repudiado por Odilon.
“Em relação à sentença está se fazendo um cavalo de batalha. Na verdade, o Pavão já estava sendo processado por tráfico e lavagem de dinheiro no Rio Grande do Sul. E, com relação ao que tocava à Justiça Federal de Campo Grande, sob a minha responsabilidade, se referia à lavagem de dinheiro e, eventualmente a crime financeiro. Esses delitos já estavam vinculados ao processo do Rio Grande do Sul. Então, não havia como manter ou sustentar uma condenação em relação a Jarvis”, detalha o pedetista sobre o caso.
“Condenar ou absolver é papel do juiz, de acordo com as provas”, observa Odilon. Pavão que nasceu em Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, na fronteira do Brasil com o Paraguai, cumpre pena hoje em Mossoró (RN).
“Inacreditável é que adversário político venha selecionar sentença de absolvição, inserindo nessas sentenças a suspeição sob o juiz. Se esse adversário político quiser cópia de várias sentenças de absolvição, tem. Já condenei milhares de traficantes, milhares de réus. Já absolvi dezenas de réus também. Não há nada de irregular nisso. O que há de irregular são essas acusações levianas que o adversário político está fazendo em relação ao passado limpo, reconhecido até pela ONU”, afirma Odilon.
A imprensa está usando declarações sem provas de um ex-servidor, réu confesso por ter desviado dinheiro da justiça federal e tentando fazer dessas falsas acusações uma verdade colocando o juiz federal mais reconhecido no Brasil e no exterior pelo trabalho duro e corajoso contra a bandidagem do narcotráfico internacional. Odilon condenou vários traficantes poderosos, além de confiscar cerca de R$ 2 bilhões em bens móveis e imóveis desses bandidos.
Esse mesmo servidor até tentou registrar uma delação premiada, mas foi rejeitada pelo MPF por falta de provas. Até a Polícia Federal disse que não iria investigar nada por não ter qualquer novidade para justificar a investigação. A OAB-MS, por meio de seu vice-presidente, chegou a declarar não haver credibilidade nas acusações do réu exonerado por Odilon por roubar a justiça.
No entanto, uma notícia grave sobre um fato que pode provocar o afastamento do governador Reinaldo Azambuja não recebeu muita atenção pela imprensa sul-mato-grossense como as falsas declarações do ex-servidor. O Superior Tribunal de Justiça marcou a data para julgar o governador Reinaldo (PSDB) no escândalo de corrupção denunciado pelo Fantástico, da TV Globo. O inquérito 1.198, relatado pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, foi incluído na pauta de julgamento da Corte Especial do dia 17 de outubro deste ano. Se for aceita a denúncia, o governador poderá ser afastado do cargo imediatamente.
Fonte: ASSESSORIA COLIGAÇÃO ESPERANÇA E MUDANÇA
PDT – PRB – PODEMOS